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  • Assessoria de Imprensa – SantosPress Comunicação I

Projeto Ondas retorna às atividades presenciais no Guarujá

Atividades do projeto são realizadas no contraturno escolar e oferecem complementação do ensino das salas de aula, além de incentivar a prática do surfe e promover o desenvolvimento de habilidades socioemocionais.


O Projeto Ondas, que promove a inclusão social e o desenvolvimento integral de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade socioeconômica, através do apoio escolar, prática do surfe e assistência psicossocial, retornou às suas atividades de forma 100% presenciais no mês de janeiro, com atuação de segunda-feira a sábado.


O projeto iniciou o ano com 84 alunos divididos em dois períodos. Com 45 vagas no período da manhã, das 8h às 11h, e 45 no período da tarde, das 14h às 17h. A previsão é que o número de alunos chegue até 130, através do projeto aprovado e captado pelo FUMCAD (Fundo Municipal da Criança e do Adolescente), que conta com o patrocínio do Banco Pan, Brasil Terminal Portuário e Wilson Sons, e do projeto realizado pela Lei Federal de Incentivo ao Esporte, patrocinado pela Santos Brasil, Banco Daycoval e Brasil Terminal Portuário.


Criado e dirigido pelo surfista Jojó de Olivença, bicampeão brasileiro em 1988 e 1992, o Projeto Ondas utiliza o surfe como instrumento para desenvolver os alunos em seus aspectos físicos, intelectuais, sociais, emocionais e culturais. Além de oferecer programas de multiletramento (português e matemática), educação ambiental, inclusão digital e ensinamento de valores cívico e moral, buscando ampliar caminhos para crianças e adolescentes em situação de risco e vulnerabilidade no Guarujá.


“Este crescimento da capacidade de atendimento do Projeto Ondas é possível com o apoio das empresas parceiras que acreditaram no nosso trabalho e, em tempos tão difíceis como neste período pandêmico, contribuem para que possamos realizar um trabalho ainda mais sólido e transformador na vida das crianças e famílias que atendemos”, diz Jojó.


Para participar do projeto, as crianças, além de terem entre 7 e 12 anos, devem estar matriculadas na escola municipal ou estadual e a família se enquadrar nos critérios de vulnerabilidade social e econômica.

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